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O QUE É INFLUÊNCIA DIGITAL

    A influência social é a capacidade de despertar comportamentos, ações e desejos de consumo em outras pessoas. Esse fator social é a base de estratégias de Marketing que usam pessoas influentes para representar marcas, ajudando essas empresas a ganhar engajamento e gerar mais vendas. Com o avanço das redes sociais como plataformas de Marketing e negócios, a importância da influência social ficou cada vez mais clara às empresas na busca por entender e impactar o comportamento do consumidor. Desde que as marcas saibam como usar esse fator, é possível alcançar públicos específicos e, principalmente, criar conexões genuínas com a sua audiência. Para influenciar outras pessoas a favor de um negócio, é necessário, primeiramente, conhecer bem quem você quer conquistar, fidelizar, reter, ou qualquer que seja o objetivo da empresa. A partir disso, a estratégia se desenvolve quando há uma figura centralizadora, ou seja, alguém capaz de exercer essa influência social sobre...

GOLPE CIVIL MILITAR - 1964

  O golpe civil-militar aconteceu de 31 de março a 2 de abril de 1964, colocando fim no governo de João Goulart e dando início ao período da Ditadura Militar. Esse golpe foi resultado da articulação de grupos conservadores, que procuravam impor uma agenda autoritária para modernizar do país e barrar os movimentos sociais que atuavam no período.   Desenvolvimento do golpe civil-militar de 1964 O golpe civil-militar de 1964 foi um acontecimento que colocou fim no período da república de 1946 a 1964. Alguns historiadores o chamam de Quarta República, outros, de Segunda República ou República de 46. Esse foi um período de fortalecimento da democracia representativa do Brasil, mas que foi permeado de tentativas de golpe, das quais a de 1964 obteve sucesso.   Cenário político O golpe de 1964 aconteceu durante o governo de João Goulart, também conhecido como Jango. Esse governo foi tumultuado do in...

A PASSEATA DOS CEM MIL - 1968

  PASSEATA DOS CEM MIL Durante o ano de 1968, a ditadura militar sofreu com uma série de levantes populares que demonstraram a insatisfação com o regime militar e ocasionaram a edição do AI-5, em dezembro daquele ano. Uma dessas manifestações foi chamada de Passeata dos Cem Mil, ocorrida em 26 de junho em decorrência da morte do estudante secundarista Édson Luis de Lima Souto. AS MANIFESTAÇÕES POPULARES E A REPRESSÃO POLICIAL Em 1968 diversas manifestações populares, como as greves de Contagem e de Osasco, levaram a radicalização do regime militar que via em tais atos sinais do avanço do comunismo no país. Diversas manifestações estudantis também ocorreram naquele ano, nenhuma com mais repercussão do que o protesto estudantil devido ao atraso das obras no restaurante universitário Calabouço. Apesar de servir péssima comida, o preço era acessível a grande parte dos estudantes naquele contexto de política de arrocho salarial promovido pelos militares. Durante a manifestação, ...

TUTORIA

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  TUTORIA  A Tutoria é uma das metodologias do Programa que tem por finalidade atender os alunos nas suas diferentes necessidades e expectativas, e promove o acompanhamento integrado das demais metodologias desenvolvidas na escola. Sendo assim, o tutor deverá conhecer e ter acesso a todas as informações sobre o aluno: seu Projeto de Vida e os resultados do seu desempenho acadêmico. Mesmo transitando no âmbito pessoal, social e profissional (no Ensino Médio) o foco do trabalho do tutor é acadêmico. OBJETIVO        Promover, por meio do acompanhamento sistemático, o alcance do sucesso  escolar dos alunos (excelência acadêmica) e a realização de seu Projeto de Vida. RESPONSÁV EIS       O Vice-diretor, com o apoio do Professor Coordenador Geral, é o responsável pela organização, desenvolvimento e monitoramento das ações na escola;     Todos os educadores são responsáveis pela ação tutorial na escola.    O número de tutora...

OS ATOS INSTITUCIONAIS - DE 01 A 05

AI-1, O PRIMEIRO ATO INSTITUCIONAL Os Atos Institucionais foram normas administrativas elaboradas pelo Poder Executivo da República do Brasil após o golpe de Estado que instaurou a ditadura civil-militar em 1964. Eles eram editados pelo chefe do Poder Executivo, mas poderiam também ser editados pelos comandantes-em-chefe das três esferas das Forças Armadas, com o respaldo do Conselho de Segurança Nacional. O AI-1, editado em 09 de abril de 1964, foi o primeiro de dezessete Atos Institucionais editados entre 1964 e 1969. O AI-1 deixava claro que os militares não deixariam o poder nas mãos dos civis que os apoiaram no golpe de 31 de março de 1964. Contrariamente ao que houve em 1930 e 1945, os militares dirigiriam diretamente o Estado brasileiro, apesar de haver um amplo apoio dos setores conservadores da sociedade, sejam os políticos da UDN ou os capitalistas dos grandes bancos e das federações de indústrias do Brasil. Através do AI-1 os militares e civis afirmavam realizar na sociedade...

A GREVE GERAL DE 1978 - 1980

  A greve geral dos metalúrgicos da região do ABC paulista, ocorrida em 1979, surgiu em um contexto de crescente insatisfação com os rumos da ditadura que governava o Brasil. As tentativas de parar as máquinas vinham acontecendo pelo menos desde o começo da década de 1970 – processo que se tornou mais intenso a partir da denúncia de que os militares mascaravam índices da inflação, causando significativa perda real nos salários de trabalhadoras e trabalhadores. No decorrer de 1978, uma série de mobilizações ampliou a tensão entre metalúrgicos e patrões. Quando o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo (liderado por Luiz Inácio Lula da Silva) separou-se da Federação dos Metalúrgicos de São Paulo, acusando a central de ser “pelega” e trabalhar pelos interesses dos empregadores, o cenário para uma grande paralisação desenhou-se de vez. No dia 13 de março de 1979, poucos dias antes da posse do general João Figueiredo em Brasília, os metalúrgicos de São Bernardo, Diadema, Santo Andr...

A GREVE GERAL DOS METALÚRGICOS - 1978 - 1980

  A greve geral dos metalúrgicos da região do ABC paulista, ocorrida em 1979, surgiu em um contexto de crescente insatisfação com os rumos da ditadura que governava o Brasil. As tentativas de parar as máquinas vinham acontecendo pelo menos desde o começo da década de 1970 – processo que se tornou mais intenso a partir da denúncia de que os militares mascaravam índices da inflação, causando significativa perda real nos salários de trabalhadoras e trabalhadores. No decorrer de 1978, uma série de mobilizações ampliou a tensão entre metalúrgicos e patrões. Quando o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo (liderado por Luiz Inácio Lula da Silva) separou-se da Federação dos Metalúrgicos de São Paulo, acusando a central de ser “pelega” e trabalhar pelos interesses dos empregadores, o cenário para uma grande paralisação desenhou-se de vez. No dia 13 de março de 1979, poucos dias antes da posse do general João Figueiredo em Brasília, os metalúrgicos de São Bernardo, Diadema, Santo Andr...